
Hoje percebe que a vida segue o ritmo do relógio, do tempo, de reparar no movimento das coisas, de como as situações viram rotina, da contínua descoberta de conseguir levar sua pacata vida de cidadão, quantas coisas o fazem refletir, o faz cobrar justiça. Coitado do homem que paga suas contas em dia, contribui com seus impostos, que espera uma cidade mais próspera e uma vida mais justa.
Ama, chora, vive a vida como qualquer um, casa e reproduz,
se comove, comorre, socorre, morre.
"E lá está o corpo estirado no chão..."
Deve ser outro...Mais um. Mais dois...

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